Filipe Abranches [n.1965, Lisboa] Licenciado em Realização pelo curso de Cinema da

Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC). Professor no departamento de

Ilustração/Banda Desenhada do Ar.Co de 2005 a 2010. Foi docente da ESAP/Guimarães

(Escola Superior Artística do Porto – Pólo de Guimarães) entre 2006 e 2008, tendo aí

sido o coordenador do primeiro Mestrado em Ilustração do país. Iniciou a actividade em

bd na revista LX Comics no início dos anos 90. Foi ilustrador do semanário Expresso e

publicou ilustrações em diversos jornais: Público, Le Monde (França), O Independente e

jornal I. Destacam-se os seguintes álbuns de banda desenhada publicados: História de

Lisboa, O Diário de K., Solo e Selva!!!. Na área do cinema de animação trabalhou entre

2006 e 2018 como realizador e autor de cinema de animação, tendo-lhe sido atribuídos

quatro subsídios consecutivos para projectos de curtas através do ICA. Ganhou o prémio

Restart de melhor realização de curta-metragem portuguesa no Festival IndieLisboa

2009, com os “Pássaros”. Realizou outra curta-metragem de animação “Sanguetinta”,

que estreou no Curtas de Vila do Conde. Foi-lhe atribuído em 2011 o terceiro apoio do

ICA, uma animação de 15 minutos "Chatear-me-ia morrer tão joveeeeem...", produzida

pela Animais, filme premiado em alguns festivais. Realizou um último filme em 2018,

"ÀTona", produzido pela Animais. Actualmente dirige uma editora de banda desenhada,

UMBRA.